Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes é discutida na tribuna livre da Câmara

Publicado em: 18 de maio de 2017

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A tribuna livre da Câmara Municipal de Americana foi utilizada durante a sessão ordinária desta quinta-feira (18) pela senhora Giuliana Meira Brandão, conselheira do CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), para falar sobre o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.

 

Giuliana lembrou que 18 de maio é o Dia Nacional do Combate a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. “A cada ano tem se registrado uma adesão maior na mobilização acerca deste dia, por meio de caminhadas, audiências públicas, debates nas escolas, exibição de filmes, realização de seminários, oficias temáticas, panfletagem e criação de produtos sobre o tema, entre outras campanhas por diversos meios de comunicação”, apontou.

 

Ainda segundo a conselheira, ao contrário do que se pensa os casos de abusos não acontecem longe do convívio diário das pessoas. “Não acontece só em cidade distantes, Americana tem muitos casos e não é só na periferia, tem pessoas de alto nível que comentem esses crimes”, acrescentou.

 

O vereador Rafael Macris (PSDB) frisou a importância de discutir o assunto com todos os vereadores e propor um projeto para divulgar o assunto. “Podemos usar essa data do dia 18 de maio como ferramenta de divulgação, para divulgar em escolas, fazer ações, entre outras coisas para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes em Americana”, afirmou.

 

Para o vereador Orestes Camargo Neves (PSDB), é importante a expansão e divulgação do trabalho do CMDCA. “É bom o apoio da mídia, uma imprensa livre é muito importante para ajudar nesse caso. Hoje também as pessoas estão tendo mais coragem em denunciar, isso ajuda muito o trabalho do conselho”, avaliou.

 

De acordo com Giuliana, toda forma de divulgação da campanha é positiva. “A proposta é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a elas o direto ao desenvolvimento da sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual”, concluiu.


Escrito por: Coordenadoria de Comunicação

Categoria: Sessões Ordinárias

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